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Tuesday, August 4, 2009

O que fazer em um acidente de trânsito

Geralmente não pensamos sobre esta possibilidade, aliás, pensamos que pode acontecer com os outros e nunca com a gente.

O site G1 fez uma matéria sobre o que fazer em caso de acidente e eu achei bem interessante colocar aqui no blog. Segue abaixo o texto do G1:

Prudência, atenção. Artigos de primeira necessidade para qualquer motorista. Mas com o trânsito confuso das grandes cidades, acidentes são cada vez mais comuns. O que muita gente não sabe é o que fazer se estiver envolvido em um acidente. O carro deve ser removido?

Em acidentes sem vítima, nos quais os veículos envolvidos tenham condições de ser removido, os motoristas devem retirá-los da pista. É o que está escrito no Código Brasileiro de Trânsito. Está no artigo 178. Quem deixa o carro batido na pista comete infração média e pode até ser multado.

"Não havendo vítima, desloque o veículo ou para o posto de trânsito mais próximo para fazer o boletim de ocorrência, ou desloque os veículos para a lateral da pista para que o guincho reboque ou para que a Justiça volante ou o policial de trânsito venha fazer o boletim de ocorrência", sugere o subcomandante do Batalhão de Trânsito (ES) major Walace Brandão.

Mas quem remove o veículo, antes de fazer a ocorrência, não pode ter dificuldade para receber o seguro?

"Não, porque o que vai constatar o acidente junto com o boletim de ocorrência é a vistoria que a companhia de seguro faz no carro depois da batida", explica o dono de corretora de seguro João Luiz Pacheco.

Em acidentes mais graves, com mortos e feridos, depois que as vítimas forem resgatadas, o veículo também pode ser retirado da via. Mas, nesse caso, tem que ficar no acostamento, próximo ao acidente, até a chegada da perícia. No Espírito Santo, desde 2006, os motoristas podem preencher ocorrências de acidentes pela internet. Ou seja, não precisa nem esperar a polícia, pode retirar o carro, ir para casa ou para o trabalho e preencher a ocorrência no computador.

"Esclarecendo isso aí, se acontecer outro que a gente não espera mais, mas se acontecer a gente agora já sabe o que fazer", diz um motorista.




Friday, June 12, 2009

Como dirigir na lama ou em areia

Quando você dirigi na lama ou areia, as rodas não tem boa tração. Você não pode acelerar rapidamente, é mais difícil manobrar e são necessárias maiores distâncias de frenagem.

Na lama é melhor usar marcha reduzida quanto mais espessa a lama, mais baixa deve ser a marcha. Em camadas espessas de lama, mantenha o veiculo em movimento para não atolar.

Ao dirigir na areia, muito solta (como nas praias ou dunas) os pneus tendem a afundar isto causa efeito sobre a direção, aceleração e frenagem. Para melhor a tração, reduza levemente a pressão de ar dos pneus ao dirigir sobre a areia.

Se o veículo atolar
Jamais gire as rodas se o veiculo estiver atolado. O método conhecido como balanço pode ajudar a desatolar, porém seja cuidadoso.

Balançar o veículo para desatolar

Primeiramente, gire o volante da direção para esquerda e para direita. Isso fará liberar a área ao redor das rodas dianteiras. A seguir alterne a transmissão entre primeira e ré, girando as rodas o mínimo possível. Solte o pedal do acelerador durante a mudança e pressione levemente o pedal quando a transmissão estiver engrenada. Se algumas tentativas não forem suficientes para desatolar, você precisa ser rebocado.

Notas importantes em caso de atolar: Se girar o pneu em alta velocidade, os pneus poderão estourar resultando em ferimentos em você ou outras pessoas. Poderá haver superaquecimento da transmissão e outros componentes do veículo.

Importante para a conservação de seu veículo: Após dirigir na lama ou areia, limpe e verifique as lonas de freio. Estas substâncias podem causar frenagem irregulares ou lonas vitrificadas. Verifique também a direção, suspensão, rodas, pneus e sistema de escapamento.

Wednesday, May 27, 2009

Carros Rebaixados

Afinal o que pode e o que não pode?

Há algum tempo atrás, mesmo proibido, era comum muita gente chegar nas oficinas e dizer: “Cortas as molas e só deixa tantos dedos do pára-lamas” ou até mesmo para os mais exagerados “tira as molas”.

Bom hoje em dia isso continua acontecendo, mas não precisa mais ser um “fora de lei”, hoje existe uma lei que regulariza a modificação na suspensão, que é a Resolução 262 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito).

Mais ainda existem alguns “poréns”, bom obviamente inda não pode cortar as molas e muito menos retirá-las as reguláveis também não podem. O que pode são molas e suspensão regulamentadas pelo Inmetro as famosas molas esportivas.

O que a legislação define é que: Antes de realizar qualquer modificação é necessário solicitar autorização prévia do órgão de trânsito competente. E todas as modificações deverão constar no Certificado de Registro de Veículo (CRV) e no Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLV).

Muitas vezes será necessário apresentar o Certificado de Segurança Veicular (CSV), o CSV é expedido pelo Inmetro.




Tuesday, January 27, 2009

Cuidados com ar-condicionado do seu veículo

Quando chega o verão é que muitos lembram que o carro tem ar-condicionado (ou como faz falta um ar-condicionado no carro) e ao ligar percebe-se que ele já não funciona mais como deveria. Especialistas respondem muitas duvidas que surgem a esse respeito. Veja abaixo:

Tenho um Corsa 1.0 sedan 2000, quando ligo o ar tem um sistema tipo um rele que atraca e diminui o rendimento do veículo. O consumo de combustível aumenta usando o ar dentro da cidade e na estrada em torno de quantos por cento?
- Sidney

O consumo de automóvel aumenta com a utilização do ar-condicionado, mas o fator preponderante é a forma de condução. Se o motorista não imprime fortes acelerações, se não estica as marchas demais e não pisa no acelerador sem necessidade, o consumo vai ser menor. Quanto ao condicionador de ar, o seu compressor é ligado ao motor do carro por meio de correias, que por sua vez retira do motor algo em torno de 8 a 15 cavalos de potência.

O ar-condicionado do meu carro parece não resfriar o suficiente. Quando ligado, ele solta um ar gelado, mas não chega a ficar totalmente fresco dentro do veículo, principalmente para quem viaja no banco traseiro. Já troquei o gás e não resolveu. O que pode estar acontecendo?
- Eliane, Curitiba (PR)

A manutenção periódica do equipamento é que vai garantir seu correto funcionamento. No seu caso, leve o carro a uma empresa especializada em ar-condicionado e peça para fazer uma inspeção geral. Não basta completar o gás refrigerante, também é preciso verificar se não há vazamentos no aparelho.

Comprei um Palio ano 1999/2000, motor 1.0. Ele veio equipado com ar-condicionado, mas este ar não é de fabrica. Gostaria de saber se o carro fica comprometido com este equipamento.
- Cidney

O ar-condicionado é um equipamento em que a instalação não é recomendada fora da fábrica. Isso porque pode ocasionar diversas adaptações que, com o tempo, comprometem algum componente ou mesmo a durabilidade do equipamento. O mais comum é a infiltração de água no interior do veículo, além de problemas elétricos, já que conforme a adaptação, mesmo em concessionárias, pode ser utilizada peça paralela. Um bom exemplo é a correia do alternador, que também vai girar o compressor. Em algumas instalações fora da fábrica, a correia utilizada patina e não aciona adequadamente o alternador, que por consequência não carrega a bateria corretamente. O final disso tudo é que o motorista pode ficar na mão.

Com chuva, uso normalmente o ar e o desembaçador traseiro?
- Fernando Fortes

Exatamente. Em dias de chuva, o uso do condicionador de ar pode ser normal. Lembre-se apenas de alternar a saída do ar e direcionar para o pára-brisa por um determinado tempo e depois para o interior do carro. Fique atento quando a saída de ar estiver direcionada para o pára-brisa. Nessa posição o recirculador de ar fica desativado, assim, se estiver atrás de um caminhão, vai entrar aquela fumaça desagradável. Já o desembaçador só ligue quando o vidro estiver realmente embaçado. Alguns minutos depois desligue. Isso prolonga a vida útil do desembaçador traseiro.

O ar-condicionado possui varias faixas de temperatura, o consumo de combustível aumenta quando este está na posição frio máximo e diminui quando está no frio mínimo ou médio?
- Reginaldo Raposo

O uso do ar-condicionado aumenta sim o consumo de combustível, mas o compressor do ar-condicionado dos carros funciona de forma constante, de modo que, independente da velocidade escolhida, o consumo de combustível será o mesmo.

Fonte

Tuesday, August 12, 2008

Cuidados básicos com seu carro


Como todo equipamento, um carro exige alguns cuidados básicos para ter uma vida mais longa. Se forem bem tratados, os veículos atuais podem rodar por muitos anos sem maiores problemas. Além disso, essas medidas preventivas, além de representar economia e segurança, garantem a valorização de seu patrimônio na hora da revenda. Clique nos itens abaixo e veja algumas dicas para conservar e prologar a aparência e a vida de seu carro.

Alinhamento
Junto com o balanceamento e o rodízio de pneus, o alinhamento é vital para a segurança, conservação e maior economia. Recomenda-se executar esses serviços a cada 10000 quilômetros para evitar o consumo prematuro dos pneus, o desequilíbrio do carro e o desgaste do sistema de suspensão e da direção.

Antenas
Ela ainda é um objeto visado por ladrões e vândalos. Se for do tipo telescópico, elétrica ou não, tome o cuidado de sempre recolhê-la antes de deixar o veículo. Se for do tipo rosqueado, retire e guarde dentro do carro em local que não seja visível do lado de fora. O melhor é parar sempre em um estacionamento de confiança.

Bancos
Mesmo os revestidos de tecido sintético, que são bem mais resistentes, mancham. Vazamentos de produtos químicos, alimentos líquidos ou pastosos e barro encabeçam a lista dos maiores responsáveis pela sujeira. Para uma limpeza profunda, procure uma empresa de confiança para a lavagem. Os de plástico podem ser limpos com um pano úmido. Porém, é importante não deixar que a sujeira, ou a poeira em excesso, se acumule. Bancos revestidos de couro também necessitam de cuidados. Para limpá-los, use um pano umedecido. O couro de boa procedência é impermeável e não encharca, nem fica quebradiço com o tempo. O ideal é hidratar o couro com vaselina líquida a cada seis meses. Retire o pó e aplique a vaselina. Tire o excesso e espere três horas até o couro absorver o produto. Em regiões mais quentes e úmidas, essa manutenção deve ser feita a cada dois meses. Procure estacionar sempre à sombra, pois o sol tende a ressecar o couro, causando rachaduras irrecuperáveis em sua superfície.

Cambagem
É o ajuste que determina o ângulo entre o chão e a linha vertical da roda. O controle dessa inclinação, que pode ser positivo ou negativo, influencia as características de rolamento das rodas. Um sinal de que existe problema na cambagem é o desgaste irregular dos pneus. Uma checagem nas rodas a cada 10000 quilômetros, incluindo aí o rodízio dos pneus, é indicada. Oficinas especializadas fazem a leitura da inclinação por meio de sensores eletrônicos. Havendo necessidade, o acerto é feito apertando ou soltando um jogo de parafusos no braço de suspensão da roda ou diretamente no eixo. O alinhamento e o balanceamento devem ser incluídos no ajuste para que o acerto seja realmente eficiente

Catalisador
É um dispositivo instalado no escapamento com a função de transformar substâncias poluentes em gases menos nocivos à atmosfera. Dependendo da qualidade do combustível utilizado, pode durar 80000 quilômetros. Porém, está sujeito a danos especialmente por estar instalado na parte inferior do veículo. Evite entrar em poças de água profundas e procure desviar de pedras maiores, que podem causar estragos. Catalisador danificado perde a eficiência, já que seus elementos internos, de cerâmica, se desfazem e não conseguem mais transformar os gases. E um novo custa bem caro.

Cinto de Segurança
Peça fundamental para a segurança do motorista e dos passageiros e de uso obrigatório por lei. Verifique sempre se os engates e os pontos de fixação da peça estão bem conservados e presos. As tiras devem estar bem costuradas e sem folgas. Os mecanismos também devem ser constantemente lubrificados. A manutenção inclui uma limpeza regular. Um pano umedecido com um detergente suave é indicado para manter as tiras limpas.

Equipamentos de Emergência
Se não tiver estepe, extintor de incêndio e o triângulo de sinalização no carro, você pode ser multado, já que a legislação o obriga a tê-los. Equipamentos como macaco ou chave de roda são de apoio, mas não são obrigatórios. Porém, todos são de extrema utilidade e nunca podem faltar em um veículo. Cuide para que estejam sempre à mão e em plenas condições de uso. Estepe: Deve estar sempre calibrado e balanceado. Se precisar usá-lo e ele estiver murcho, prefira colocá-lo na parte traseira, instalando o pneu bem calibrado na frente. Extintor: Num incêndio, retire o lacre de inviolabilidade, levante a alavanca e aperte o gatilho na direção do fogo. Triângulo: Indica que um carro parado está com problemas. Deve ser colocado a uma distância de, no mínimo, 50 metros do veículo. Macaco: Atenção redobrada às instruções de uso que vêm no manual do proprietário. Macaco mal colocado pode causar acidentes. Chave de roda: A melhor é a do tipo cruzeta, que permite o uso dos pés para ajudar a soltar os parafusos da roda. Há outros itens que podem ser bastante úteis em emergências ou ocasiões imprevistas: luvas de tecido, panos para limpar as mãos e para forrar o chão (no caso de uma troca de pneu) ou os bancos e o porta-malas (quando for transportar algum objeto sujo ou molhado).

Escapamento
Com o uso constante, sofre desgaste provocado pelos resíduos corrosivos de combustível e óleo e deve ser trocado sempre que apresentar buracos ou rachaduras, para não comprometer o bom desempenho do motor. Composto por câmaras de expansão, conversores catalíticos e tubos, é o sistema responsável por recolher e eliminar os gases queimados no processo de combustão no motor, bem como pela redução do nível de ruído produzido por seu funcionamento, graças a um silenciador interno. Ele abafa o ruído do escape. Dentro do silenciador, há tubos perfurados e defletores que desviam o fluxo do gás, reduzindo sua velocidade e a pressão. Isso diminui as vibrações e o ruído.

Faróis
A maioria dos motoristas não sabe, mas é necessário fazer revisões periódicas dos faróis do carro. As lâmpadas devem ser trocadas a cada dois anos, aproximadamente. Além disso, buracos e depressões nas cidades e estradas fazem com que os faróis percam a regulagem de fábrica em até três meses. Por isso, recomenda-se fazer uma revisão completa a cada noventa dias. Lembre-se: olhos ofuscados por luz alta podem demorar até meio minuto para se recuperar. Quanto maior a velocidade, maiores os riscos de acidentes.

Fusíveis
São simples de trocar porque geralmente a caixa que os contém encontra-se em lugares de fácil acesso. O mais difícil é saber a que setor eles se referem. Por exemplo, se os faróis não acendem, a busca começa pelo quadro de fusíveis. Ele varia de lugar conforme o modelo do veículo. Para identificar a peça danificada, verifique um a um. Os queimados apresentam a fina lâmina interna rompida. Na dúvida, procure a informação no manual do proprietário (sempre uma leitura obrigatória), onde encontrará o esquema das posições de cada peça e seu equivalente. Em carros mais modernos, com eletrônica embarcada, a queima de fusíveis é mais rara. Em todo caso, é bom ter alguns de reserva no carro.

Lataria
Nos carros atuais, ela já vem bem protegida de fábrica contra ferrugem e outros agentes nocivos ao metal. Também não é difícil conservar a lataria do veículo contra poeira ou barro. Contra acidentes ou vandalismo isso já é bem mais complicado. Riscos, batidas de porta em estacionamentos ou ainda pequenos amassados que aparecem por alguém ter encostado no carro acontecem com freqüência. O mais importante é não deixar o conserto para mais tarde. Isso pode significar prejuízos maiores que os da batida. Pequenos retoques, “martelinho de ouro” e outros recursos são facilmente encontrados em serviços de reparos rápidos para resolver esses problemas. Procure fazer sempre, no mínimo, dois orçamentos antes de ordenar o serviço.

Limpador de pára-brisa
É um equipamento de primeira necessidade. Seu bom funcionamento é sinônimo de segurança, em dias de neblina ou chuva. Verifique periodicamente a pressão do braço do limpador, a borracha das palhetas (se ela passa e deixa marcas no vidro, está na hora de trocá-las), bem como o jato do esguicho de água do pára-brisa.

Luzes
O bom funcionamento das luzes é fundamental em um veículo e pode evitar situações de perigo. E não só os faróis. Lanternas, piscas, luzes de freio e de ré, iluminação interna, luzes do painel, bem como a fonte de energia – a bateria –, devem ser constantemente checados para que não haja surpresas. No caso da bateria, observe se os cabos estão oxidados (geralmente há o acúmulo de um pó pastoso esbranquiçado), ou se estão frouxos ou soltos.

Pintura
A pintura lisa ou sólida é a mais comum (e mais barata) e usa apenas pigmentos de cores. Utiliza-se laca ou esmalte para essa camada. Na pintura metálica, a tinta recebe a chamada carga de efeito, ou seja, laca acrílica e pigmentos de alumínio que deixam a superfície brilhante. A pintura perolizada leva pó de pérola e pigmento de mica (de origem mineral), que tornam as cores mais intensas. Embora a formulação das tintas tenha evoluído consideravelmente nos últimos tempos, tornando a superfície pintada mais resistente ao ataque de produtos químicos, certos cuidados devem ser tomados para mantê-la em ordem. Lave sempre que pegar poeira ou barro, após transitar em estradas de terra ou sob chuva. Não utilize querosene nem solvente. O ideal é usar um detergente bem suave, lavando e enxaguando rapidamente toda a superfície. Não deixe secar ao sol. Encerar e polir com regularidade, no mínimo a cada 90 dias, é importante para conservar a pintura e a boa aparência.

Rodas
Buracos e guias são os seus maiores inimigos. Elas amassam e entortam em choques mais fortes e só uma troca resolve o problema. Rodas em bom estado e pneus com especificação correta, devidamente calibrados, evitam desgastes, melhoram a segurança e economizam combustível. Para cada tipo de veículo, existem rodas com medidas adequadas para não prejudicar seu desempenho. Portanto, não é só a beleza que conta na hora de escolher rodas que não sejam originais de fábrica para seu carro.

Teto solar
Esse equipamento exige um bom funcionamento das borrachas de vedação e lubrificação das articulações. É preciso ler o manual de cada fabricante com atenção, pois só ele contém as informações específicas para que você cuide bem do seu teto, prolongando sua vida útil. Quando o carro já sai de fábrica equipado com ele, não há problemas de desvalorização na hora da revenda. Atenção: o mesmo não acontece se o teto for colocado depois.

Vidros
Para evitar riscos precoces, nunca ligue o limpador de pára-brisa quando o vidro estiver seco. Ele normalmente acumula poeira, óleo e outras sujeiras. Para lavar os vidros, utilize sempre muita água com detergente suave ou limpa-vidros e uma flanela macia. Não deixe que a sujeira se acumule. Eles devem estar sempre bem limpos para não prejudicar a visibilidade, principalmente, e contribuem com a boa aparência do veículo.


Fonte

Tuesday, August 5, 2008

Compensa ter um carro a gás?

Mais de um 1,5 milhão de motoristas brasileiros que apostaram nas vantagens do carro a gás estão, agora, assustados e em dúvida. Isso porque o preço do combustível não pára de subir. Segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP), só este ano, o gás sofreu reajuste de 12%. Enquanto isso, no mesmo período, o álcool caiu 3%.

E o aumento do gás é refletido nas bombas. Em muitos postos, o custo do metro cúbico de gás já está maior do que o litro do álcool. E embora a procura pelo GNV ainda seja grande, os motoristas que andavam satisfeitos com a economia de dinheiro, reclamam. “Acho que não está valendo a pena não. O aumento está um absurdo”, diz um dos motoristas. “Vai se tornar uma situação difícil para taxista”, diz o outro.

De acordo com o Centro Brasileiro de Infra-Estrutura, um carro abastecido com um litro de álcool roda em média sete quilômetros. Com um metro cúbico de gás, o percurso é quase o dobro. Assim, segundo os técnicos, o uso do gás ainda pode representar uma economia de 37,7% em relação ao álcool na região Sudeste. No entanto, há três anos, a vantagem era bem maior: chegava a 51%.

Gerente de uma oficina, Daniel Bermudo diz que a procura pelas conversões caiu, porque o motorista está mais desconfiado. “A economia continua sendo excelente, mas ele pensa duas vezes em relação ao investimento que deve ser feito para poder converter o carro pra gás”.

Alguns estados oferecem descontos no IPVA para os carros a gás. Mas a questão é se o investimento inicial da conversão, de mais de R$ 3 mil, ainda compensa. Para a pesquisadora Suzana Kahn, do Instituto Alberto Coimbra de Pós-Graduação (Coppe-UFRJ), ela ainda é vantajosa em alguns casos.

“Se aquele consumidor roda muito, cerca de 2 mil quilômetros por mês, que é uma quilometragem elevada, ele vai recuperar o investimento em menos de dois meses. Agora, para aquela pessoa que não circula muito, tem que avaliar muito bem”, diz.

Fonte

Friday, July 25, 2008

Ford Fiesta tem o melhor controle remoto

A quantos metros de distância você consegue travar/destravar as portas de seu carro com o controle remoto original de fábrica? É provável que a dúvida nunca tenha tirado o seu sono – nem o meu. Mas, ainda assim, fui convocado para colocar alguns dispositivos à prova. Munido de trena e resignação de estagiário, reuni quatro diferentes marcas e modelos – Chevrolet Corsa, Fiat Siena, Ford Fiesta e Volkswagen Parati – perfilei os veículos em espaço aberto e botei meu polegar para trabalhar.

Foram feitos dois tipos de avaliação: com o controle posicionado frontalmente ao veículo, sem nenhuma barreira, e em ângulo de 45 graus com pilares no caminho. Os controles originais de fábrica são itens opcionais nas versões mais baratas dos carros avaliados. Todos os dispositivos tiveram as baterias trocadas por outras novas, já que quanto mais fraca a bateria, menor o alcance do controle.

Meu trabalho foi medir a distância em que o controle apresentou a primeira falha após cinco tentativas e em qual distância o dispositivo parou de funcionar, também depois de cinco acionamentos.

Ford Fiesta 1.6
Apesar de ser o único com o controle separado da chave, o Fiesta foi o melhor, de longe. A 57 metros de distância ainda era possível trancar e destrancar o carro, abrir o porta-malas e acionar o alarme, caso o dono tenha perdido o carro. Com pilares o alcance foi de 56 metros.

Fiat Siena 1.4 ELX
O controle embutido permite apenas abrir e fechar o carro. O bom alcance de 47 metros em linha reta compensa os botões difíceis de visualizar (um cadeado fechado e outro aberto). Caso haja pilares no meio do caminho, o controle pára de funcionar a 44 metros.

Chevrolet Corsa 1.4 Maxx
A força do sinal da chave do Corsa é inversamente proporcional ao seu tamanho. Incômoda de levar no bolso, ela consegue trancar o carro a até 41 metros de distância. Se houver obstáculos no meio do caminho a obediência do Chevrolet é reduzida a 37 metros.

Volkswagen Parati 1.6 Surf
Com apenas um botão para abrir e fechar o carro (para destrancar tem que apertar o botão duas vezes seguidas), o controle da Parati é confuso. Seu alcance não ajuda: são 20 metros até ele ficar inoperante. Se houver interferências, o VW não fecha mais a 9 metros.



Fonte

Thursday, July 24, 2008

O que fazer quando a luz do ABS ascende

Quando a luz do ABS acende no painel de instrumentos significa, normalmente, que existe uma acumulação excessiva de pequenas partículas de metal libertadas pelo desgaste dos freios. A maioria dos carros está programada para desativar o ABS quando esta situação ocorre, o que não significa que os freios deixem de funcionar. É desligado apenas o ABS, mas isso não significa que não deve ser verificado.

Outro problema que ocorre com freqüência é a oxidação dos conectores que também provoca o acendimento da luz do ABS.

Para verificar se este problema é realmente só sujeira ou oxidação você pode fazer o seguinte teste: vá a uma rua deserta dirija a uma velocidade de mais ou menos 60 km e freie bruscamente, sem bombear. O carro deve seguir em linha reta sem derrapar, caso ele for para algum lado ou derrapar o sistema pode estar com algum problema e deve ser verificado com urgência.

Tuesday, July 1, 2008

Educação no transito

Não só agora com a nova lei mais dura com relação ao nível de álcool permitido no sangue, já era sabido, ou deveria ser, que álcool e direção não combinam.
Mas como uma imagem vale mais do que mil palavras vejam o vídeo o pensem bem antes de beber e dirigir novamente:

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